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Pisos Industriais – Projeto e Execução

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PISOS INDUSTRIAIS EXIGEM PROJETO DETALHADO E BOA EXECUÇÃO

Além disso, é fundamental realizar uma especificação precisa do concreto utilizado no produto, para evitar fissuras e trincas que podem comprometer a operação da indústria ou do galpão logístico

Projeto detalhado, execução correta e concreto preparado a partir de critérios de controle específicos são determinantes para a qualidade dos pisos industriais. O material está presente em instalações industriais e galpões de centros logísticos, nas lojas de varejo, atacado e nos chamados atacarejos, além de estacionamentos, subsolos e postos de gasolina.

Entre suas vantagens está a baixa probabilidade de surgirem patologias – uma vez que eventuais problemas podem ser mitigados já no projeto. No Brasil, existem projetistas e empresas executoras capacitados, que seguem o padrão do que é feito de melhor no exterior.

Mercado

A Associação Nacional de Pisos e Revestimentos de Alto Desempenho (Anapre) divide o mercado de piso industrial de concreto em informal e formal. Constituído por pequenos construtores que executam o produto sem projeto técnico, o segmento informal é bastante representativo e atende áreas onde se desenvolvem atividades com menores exigências sobre o item. Já o formal responde pela fatia de mercado em que o piso é essencial para a operação, inclusive com participação importante no custo total da obra. “O empreendedor não pode se dar ao luxo de dispensar o projeto técnico”, alerta o engenheiro Gelmo Chiari Costa, diretor técnico de concreto da entidade.

Projeto

No Brasil, não há normas técnicas específicas para projeto e execução de pisos de concreto. Projetistas e empresas especializadas na sua construção apoiam-se em normas e recomendações internacionais, especialmente inglesas e americanas.

De acordo com o engenheiro Wagner Gasparetto, diretor presidente da LPE Engenharia e vice-presidente da Anapre, o projeto de piso de concreto deve ser considerado como um projeto estrutural. “Portanto, não deve ser detalhado com uso de dados genéricos, mas precisa oferecer para a produção (obra) a compatibilização com as demais disciplinas”, diz. O projeto desenvolve estudos que vão da geotécnica e preparação da base do terreno até a especificação do concreto, com todos os seus parâmetros.

Os pisos industriais são executados em concreto convencional e armado, basicamente, com telas soldadas. A armação pode ser feita em tela simples ou dupla, dependendo do nível de carregamento e das tensões a que esse piso será submetido. Podem, também, ser armados com aços para concreto protendido ou armados com fibras – de aço ou macrofibras de origem polimérica.

Os pisos são construções moldadas in loco, que têm atrás de si uma cadeia com vários elos, que vão do investidor, gerenciadora da obra e construtora ao escritório de projeto e empresa executora de pisos industriais. Pode haver, ainda, uma empresa de controle tecnológico do piso.

O projeto pode prever especificações de revestimento do piso, como o epóxi, feito por empresa especializada em Revestimento de Alto Desempenho (RAD). “O concreto possui boa resistência mecânica. Com cura adequada do material, o acabamento eleva sua resistência à abrasão”, comenta o diretor da LPE. Contudo, sob o ponto de vista químico, o concreto é vulnerável ao ataque de muitos produtos químicos e orgânicos, devendo receber revestimentos apropriados.

Concreto

“O concreto dos pisos industriais é mais sensível à variação do que os demais segmentos de estruturas de concreto, daí a necessidade de observação de diversos itens”, ensina Gasparetto. Além da resistência à compressão e tração na flexão, é preciso considerar o consumo mínimo de cimento; teor de argamassa; exsudação; retração específica (relacionada, por exemplo, com o consumo de água); tempo de pega; temperatura do cimento; e resistência à abrasão, entre outros fatores.

É importante alertar sobre as tolerâncias nas variações de abatimento. Um piso industrial precisa ter uma tolerância mais rigorosa do que prescreve a norma. Usualmente, a variação do abatimento do concreto para um piso industrial deverá ser inferior a ±10 mm, sob o risco de originar ‘juntas frias’ entre caminhões betoneiras, prejudicando o acabamento e os índices de planicidade.

Os aditivos misturados ao concreto têm a função de reduzir o volume de água necessária para a obtenção de determinada trabalhabilidade. “Este fato nos remete a uma redução do consumo de cimento (mantendo-se a relação água/cimento), favorecendo a retração específica. A trabalhabilidade desejada pode estar relacionada com questões como o bombeamento do concreto em obras de difícil acesso logístico do caminhão betoneira e consequente lançamento do concreto”, diz Gasparetto.

Juntas

As juntas de movimentação que delimitam as placas de concreto são um aspecto crítico do piso. É necessário projetar e executar as juntas de maneira bem dimensionada para obter desempenho satisfatório ao longo da vida útil do piso e evitar patologias. “Falhas na execução podem causar fissuras e/ou quebras nos cantos das juntas (esborcinamento), obrigando muitas vezes a paralisação das atividades da empresa”, avisa Costa. Além disso, placas mal niveladas geram desgaste e embuchamento na parte mecânica dos equipamentos, como as empilhadeiras, elevando o custo de manutenção.

“Mas, hoje, temos um grau de sofisticação que permite o controle automatizado do nivelamento e planicidade desses pisos, principalmente em galpões logísticos”, comenta o diretor da Anapre.

Patologias

Segundo Gasparetto, as patologias normalmente são fissuras e trincas, com origens diversas. As causas mais comuns são: concreto com elevada retração específica; inadequação no posicionamento de armaduras de combate à retração e barras de transferência; e, ainda, questões relacionadas com o preparo do solo e camadas inferiores dos pisos de concreto. Para cada tipo de fissura existe um procedimento corretivo ideal. A identificação deve ser feita por profissional que vai especificar o tratamento adequado e definitivo para a patologia.

A formalização dos processos é o melhor e único caminho para a prevenção. “Estamos falando a partir de uma visão sistêmica, que requer uma série de procedimentos”, afirma Gasparetto. Em primeiro lugar, é preciso planejar a obra, obtendo dados de toda natureza, como os de solos, cargas operacionais, condições executivas e materiais locais. Em seguida, vem a elaboração de projeto executivo com indicação de detalhes específicos para 100% da obra e informações de todo tipo de controle e suas tolerâncias executivas. As compras de materiais e a seleção de empresa executora devem ser feitas por equipe capacitada, para que se tenha a real diferença entre preço e desempenho dos materiais. E, finalmente, é fundamental monitorar a execução, com base nos parâmetros de controle do projeto.

 

fonte: http://www.mapadaobra.com.br/tecnologia/pisos-industriais-exigem-projeto-detalhado-e-boa-execucao/

Sustentabilidade! Veja os benefícios do telhado branco!

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imagesOs telhados brancos, são extremamente práticos e de baixo custo, para diminuir a temperatura nos ambientes, segundo o pesquisador Akbari Hashem, do Lawrence Berkley National Laboratory, dos Estados Unidos. Estudos comprovam que pintar um telhado de branco pode reduzir entre 40% à 70% a temperatura nos ambientes, com capacidade de reduzir também em até 96% os raios UV, e refletir mais 80% os raios solares, no qual pode gerar uma economia de energia elétrica em torno de 30% nas edificações. Para conscientizar a todos sobre a importância de combater o aquecimento global e incentivar as pessoas a pintarem seus telhados de branco foi lançada a Campanha One Degree Less (Um Grau a Menos) pela ONG Green Building Council que é entidade sem fins lucrativos, que auxilia o desenvolvimento da construção sustentável. Outra medida de incentivo foi aplicada na Califórnia, Estados Unidos, onde existe uma lei que exige que os prédios comerciais tenham os telhados pintados de branco.

Conheça as 5 Vantagens do telhado branco:

1.       Diminuição das ilhas de calor Ilhas de calor é o nome que se dá a um fenômeno climático que ocorre principalmente nas cidades com elevado grau de urbanização. Nessas áreas urbanas as temperaturas podem variar de 1 a 6ºC a mais em comparação as áreas rurais próximas.

2.       Diminuição da emissão de CO2 CO2 é a representação química do dióxido de carbono (também conhecido como gás carbônico), é um composto químico constituído por dois átomos de oxigénio e um átomo de carbono. Atualmente é um dos grandes problemas da sociedade moderna em função da queima de combustíveis fósseis (diesel, gasolina,  querosene, carvão mineral e vegetal). A grande quantidade de dióxido de carbono na atmosfera é prejudicial ao planeta, pois ocasiona o efeito estufa e, por consequência, o aquecimento global.

3.       Reduz o consumo de energia Os ambientes ficam menos quentes com o uso de telhado branco, refletindo a radiação solar, há uma menor necessidade do uso de aparelhos de ar condicionado, ventiladores e condicionadores de ar. Em média, gasta-se de 20 a 70% a menos de energia do que anteriormente para esfriar o ambiente.

4.       Ajuda a refletir os raios solares A cor branca reflete a radiação solar, reduzindo a absorção de calor. Quanto mais escura a tinta, mais a superfície absorve os raios solares e mais quente o ambiente fica.

5.       Maior vida útil para os telhados A aplicação é fácil, e logo após a aplicação pode sentir o efeito da diferença de temperatura. As tintas específicas impermeabilizam e protegem os telhados, evitando a proliferação de fungos. Normalmente a manutenção é aplicar a cada 5 anos.

 

Importante: Não esqueça de utilizar uma tinta de boa qualidade e adequada ao uso, pois a cobertura está sempre sujeita à intemperes. Tintas não apropriadas são suscetíveis ao aparecimento de fungos escuros, necessitando frequente manutenção, o que deixa de ser sustentável. A Profissional Pinturas trabalha com as melhores tintas do mercado, e conta profissionais qualificados para este serviço.

 

fonte: http://sustentarqui.com.br/dicas/vantagens-do-telhado-branco/

Tecnologia Airless

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Construção civil cresce!

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Crescimento da construção civil em 2014

36%

Crescimento da construção civil em 2015

48%
A construção civil deverá crescer 2,8% em 2014, projetam o Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O porcentual é apenas levemente superior ao do crescimento previsto para o Produto Interno Bruto (PIB), de 2%, mas ajudará a dar algum alento ao setor.

Neste ano, basicamente, predominou a estagnação. Entre o segundo e o terceiro trimestre, o PIB da construção civil declinou 0,3%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre os mercados de imóveis que preservaram o ritmo de atividade estão o da capital e da região metropolitana de São Paulo. Entre janeiro e outubro, o número de lançamentos nessas áreas cresceu, respectivamente, 24,1% e 19,3%, segundo o sindicato da habitação (Secovi). Mas os compradores parecem mais reticentes e alguns desistem da aquisição antes de contratar o financiamento e receber as chaves.

Há, de fato, um conflito entre compradores finais e empreendedores. Estes têm pedido preços mais elevados, revelou o índice FipeZap: em São Paulo, o preço do metro quadrado dos imóveis prontos aumentou 1,2%, entre setembro e outubro, e 1,3%, entre outubro e novembro. Nos últimos 12 meses, até novembro, os preços pedidos pelos imóveis aumentaram 13,8%, mais que o dobro da taxa ofic
ial de inflação.

O resultado é um crescimento dos estoques de imóveis prontos, o que obriga as construtoras a oferecer condições mais favoráveis para os novos compradores, como descontos nas tabelas de preços e mobiliário interno. Em alguns casos, os distratos mais que dobraram, em relação ao ano passado.

A economia titubeia e isso limita a intenção de compra de imóvel, ainda mais se os preços pedidos sobem mais rapidamente do que os salários. A inflação oficial próxima dos 6% – e sem perspectiva de queda em 2014 – também eleva a percepção de risco. O desemprego em nível baixo não é garantia de que a renda real dos compradores de imóveis continuará subindo, pois estes dependem das empresas, que só pagarão remunerações mais altas se a demanda e os lucros crescerem.

A estimativa do Secovi e da FGV de expansão da atividade da construção se contrapõe ao quadro geral, que é de estagnação, salvo em nichos de grandes metrópoles (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte) e de investimentos em obras públicas, que deverão crescer no ano eleitoral de 2014.

 

Fonte: estadao.com.br